Paula AlvesArquitetura & Interiores

Portfólio / Residencial multifamiliar

Vila Marieta · Campinas, SP

Reserva
Marieta

Meu olhar sobre
o morar coletivo.

Compartilho o Reserva Marieta em diferentes escalas: sua relação com o bairro, a organização do edifício e a experiência de seus ambientes.

Conheça o projeto
Paula AlvesArquitetura · Paisagismo · Áreas comuns
01

Minha proposta

O morar também acontece
entre os espaços.

“Apresento o Reserva Marieta a partir da relação entre a vida dentro do apartamento e os encontros que acontecem nas áreas compartilhadas.”

Meu trabalho neste projeto reúne arquitetura, paisagismo e decoração das áreas comuns. Ao percorrer os ambientes, compartilho um olhar para a chegada, a convivência e os diferentes usos que compõem o cotidiano residencial.

As imagens e plantas ajudam a visualizar o conjunto. A proposta de apartamento decorado complementa essa leitura com possibilidades de ambientação dos espaços privativos.

O conjunto
38 apartamentos
26 de 3 e 12 de 2 dormitórios
A organização
6 pavimentos-tipo
Térreo e cobertura
A infraestrutura
4 subsolos
Núcleo com 3 elevadores
A documentação
R01 executivo base
Coordenação e compatibilização

Composição conforme o caderno Executivo Base R01, derivado do anteprojeto de 21/09/2023. Base de coordenação, não liberada para obra.

02

O edifício e o bairro

Antes dos ambientes,
o lugar.

“Amplio o olhar para apresentar o edifício no entorno. Essa escala ajuda a compreender a implantação, os acessos e a posição da cobertura no conjunto.”

Implantação no contexto urbanoRepresentação ilustrativa, não levantamento aéreo

“Da vista do bairro, aproximo o percurso até a entrada e, depois, à organização interna do edifício.”

A vista aérea permite observar a posição do volume junto à rua e a ocupação longitudinal do lote. Na sequência, as plantas apresentam essa organização por pavimento.

O caderno R01 complementa as visualizações com a implantação e as bases de coordenação. Limites, níveis, recuos e demais parâmetros dependem das conferências técnicas indicadas no próprio documento.

03

A experiência de chegar

Da rua ao hall,
uma transição.

“Depois de observar o conjunto, aproximo o olhar para a chegada: os acessos, a portaria e a passagem até os espaços internos.”

Portaria e acessoVisualização ilustrativa

Acolhimento e continuidade

Uma chegada que
faz parte do projeto.

Na portaria, observo a articulação entre os acessos e o paisagismo. O volume envidraçado marca a entrada e permite uma leitura do hall a partir do exterior.

No hall dos elevadores, apresento uma composição de madeira, superfícies claras e iluminação linear. A continuidade dos materiais aproxima a circulação da atmosfera dos demais ambientes.

Hall dos elevadores
04

O pavimento e as unidades

O conjunto organiza
o espaço de cada um.

“Começo pela organização do pavimento. Depois, entro nas tipologias para mostrar como os ambientes de cada apartamento se relacionam.”

1º ao 6º pavimento / Planta humanizada, sem escala

Uma leitura do pavimento

Seis apartamentos.
Um núcleo de circulação.

Apresento o pavimento-tipo com quatro unidades de três dormitórios e duas de dois dormitórios, conforme o quadro do caderno R01.

Os apartamentos se distribuem ao redor do núcleo central. A planta humanizada permite observar os acessos e a relação entre os ambientes privativos e a circulação comum.

3 dormitórios
4 unidades por pavimento
2 dormitórios
2 unidades por pavimento
Conjunto
36 unidades nos pavimentos-tipo + 2 no térreo
Entrar nos apartamentos

A escala do apartamento

Convivência e privacidade
em duas distribuições.

Nas plantas a seguir, compartilho a leitura dos espaços internos. Selecione a tipologia e amplie a imagem para observar os detalhes.

Planta humanizada / Clique para ampliar

Tipologia / 2 dormitórios

Convivência integrada,
ambientes definidos.

Apresento uma distribuição em que estar e jantar compartilham o mesmo espaço. A cozinha ocupa uma faixa lateral, enquanto os dormitórios se organizam na porção oposta da planta.

O mobiliário ilustrativo ajuda a compreender a ocupação dos ambientes e a relação entre os percursos do apartamento.

Planta ilustrativa, sem escala. Não substitui documentação técnica.
05

O apartamento decorado

A planta ganha
uma atmosfera.

“Compartilho uma sugestão de ambientação do apartamento de três dormitórios, com materiais e mobiliário que ajudam a imaginar sua ocupação.”

Ambientações ilustrativas geradas para a apresentação do projeto. Mobiliário, equipamentos e acabamentos representam sugestões, não registros de obra executada.

06

O térreo e a convivência

Uma extensão
da vida em casa.

“Retorno à escala coletiva. Primeiro, mostro a organização do térreo; depois, percorro os ambientes compartilhados.”

Os usos no mesmo pavimento

A chegada encontra
a vida compartilhada.

Na planta humanizada do térreo, apresento os ambientes comuns, o núcleo de circulação, os acessos e as duas unidades residenciais de três dormitórios indicadas no caderno R01.

A vista geral ajuda a situar os espaços de trabalho, atividade e encontro antes de observá-los em perspectiva.

As humanizações e perspectivas oferecem leituras ilustrativas do projeto. Não constituem conferência de compatibilidade entre desenhos.

Percorrer os ambientes
Térreo / Planta humanizada, sem escala

A experiência dos ambientes

“Aproximo o olhar para as atividades e para a atmosfera de cada espaço.”

Trabalho e novas rotinas

Coworking

Apresento diferentes formas de ocupar o espaço de trabalho: postos individuais, mesa compartilhada e áreas de estar. O ambiente envidraçado de gravação acrescenta um uso específico à proposta.

A madeira, a vegetação e a iluminação mantêm a continuidade com os demais espaços comuns.

Infância e descoberta

Brinquedoteca

Na leitura deste ambiente, destaco as mesas em escala infantil, os elementos de brincar e o nicho de leitura. A disposição permite visualizar atividades diferentes dentro do mesmo espaço.

Os tons de verde e laranja pontuam a composição de madeira e superfícies claras.

Movimento e bem-estar

Academia

Mostro a distribuição dos equipamentos de força e das esteiras, com um percurso central. As janelas e a presença da vegetação participam da experiência visual proposta para o ambiente.

Encontros e entretenimento

Salão de jogos

Apresento um espaço com bilhar, jogos de mesa e uma área de videogame. Os agrupamentos de mobiliário ajudam a distinguir os usos sem perder a leitura do conjunto.

Receber e celebrar

Salão de festas

Aqui, compartilho uma proposta em que as mesas de refeição, o estar e o apoio gourmet compõem um ambiente contínuo. A bancada aproxima o preparo dos alimentos dos espaços de encontro.

07

A cobertura

O encontro com
o céu e a cidade.

“Na cobertura, reúno a leitura da distribuição e a vista em perspectiva para apresentar o lazer ao ar livre.”

Cobertura / Planta humanizada, sem escala

A organização longitudinal

Uma sequência
de espaços ao ar livre.

Apresento a quadra na porção frontal, o núcleo de circulação ao centro e as piscinas nos fundos, conforme a organização descrita na prancha EX-08.

  1. 01

    Beach tennis

    A atividade esportiva ocupa a frente da cobertura.

  2. 02

    Núcleo e permanência

    Circulação, pergolados e espaços de estar articulam o percurso.

  3. 03

    Playground e apoio

    O brincar e os ambientes de apoio participam da organização do lazer.

  4. 04

    Piscinas e deck

    As piscinas adulto e infantil encerram a sequência nos fundos.

A R01 prevê placas solares sobre o núcleo de elevadores e escada. Trata-se de uma previsão de projeto, sem comprovação de instalação ou desempenho.

Água e permanência

Piscinas e deck

Apresento as piscinas adulto e infantil, com deck molhado e áreas de permanência ao redor.

Convívio ao ar livre

Sky Lounge e pergolados

Os espaços de estar e o apoio gourmet com churrasqueira e forno de pizza compõem a proposta de convivência.

Atividade e brincadeira

Beach tennis e playground

A quadra e os elementos de brincar ampliam os usos de lazer apresentados na cobertura.

08

Infraestrutura e documentação

O desenho que
sustenta a leitura.

“Concluo o percurso com a infraestrutura e o caderno base. É aqui que a leitura visual encontra as informações de coordenação do projeto.”

Primeiro subsolo / Planta ilustrativa, sem escala

“Também considero importante mostrar a organização que dá suporte ao cotidiano do edifício.”

No primeiro subsolo, apresento a disposição das vagas e os percursos indicados pelas setas. Rampas, circulação e núcleo de acesso ajudam a compreender a relação entre estacionamento e deslocamento interno.

O caderno R01 reúne os quatro subsolos e informa 80 vagas de automóveis e 11 de motocicletas no conjunto. Dimensões, numeração e demais condições dependem da conferência e compatibilização técnica.

Base de coordenação / R01

O documento organiza informações do anteprojeto. Não é uma emissão liberada para obra: estrutura, instalações, acessibilidade, incêndio e demais requisitos seguem sujeitos às verificações indicadas em cada prancha.

Caderno executivo arquitetônico

O conjunto, prancha por prancha.

Disponibilizo as dez páginas da base R01 para acompanhar a implantação, os subsolos, o térreo, os pavimentos-tipo e a cobertura.

Baixar caderno R01 PDF · 10 páginas ↓
01 / 10

Selecione a prancha ou use as setas. Clique na imagem para ampliar. Base de coordenação — não liberada para obra.

Reserva Marieta / Paula Alves

Um projeto visto
pelos espaços
e pelas relações.

“Ao reunir estas imagens, compartilho meu olhar para o morar coletivo e para os ambientes que fazem parte dessa experiência.”

Paula AlvesVoltar aos projetos